sábado, 12 de setembro de 2009


Distante do que se pode ver,

De forma vazia preencho meu ser,

De forma ampla desenvolvo o que se pode querer.

Ampliando e multiplicando, formas unificadas demonstram o que se pode ter.

Caminhando entre ruas e esquinas, lugares e mudando de país, reencontro minha identidade

Minha legalidade que deixou de ser, naturalista e consumista de forma contraditória e aleatória.

Presença constante de mutação, presença constante de modificação

Palavras enfrentam o desconhecido, em busca de identificação, provação e avaliação

Peça teatral em busca de roteiro, filme sem código de identificação

Controlada feito homem, controlada feito brinquedo... Espaço onde há desconhecido teorias em desenvolvido, biologia ou quem sabe física quântica, matéria em desintegração.

Multicolorido arco-íris de vento, sol e verão... Aventura em sentimento sem constante preocupação. Vazio em raridade, preenchendo de cor... Preconceito modificado, forma de sentir dor.

Pensando e continuando, buscando e desvendando, o tal que chamamos de amor,

De forma simples e complicada, de forma de identificação.

Busco por resposta, mas as perguntas quem farão?

Voltado à identificação, minha identidade, minha idade, meu coração!