terça-feira, 10 de julho de 2012
Como explicar aquilo que não se pode ? Como ter vários sentimentos ao mesmo tempo ? Como ter as respostas para as perguntas que fazemos ? Como diferenciar o que queremos do que precisamos e do que podemos ?
Eu, eu ando assim, com calma, com pressa. Não tente entender, eu mesma não entendo. A oportunidade está bem a sua frente mas o medo de correr riscos te impede de ter aquilo que se pode ter. Será mesmo que impede ou são desculpas que usamos para não nós desgastarmos ?
É bom recordar, é bom ver que podemos ter ótimas lembranças, mas são lembranças, e em meio delas construímos e idealizamos novos objetivos, novos rumos.
Rumo ? Ta aí, onde é que vou chegar, em que me baseio nas minhas atitudes e meus propósitos. Não posso deixar de adquirir novos conhecimentos, novas sensações, desafios e mudanças, mas ainda não deixo de lado tudo aquilo que já me aconteceu, foi desses momentos que hoje posso dizer, estou aqui, estou tentando e vou continuar.
Bilhões de pessoas, lugares novos maravilhosos pra conhecer, mil jeitos de se perder pra se encontrar... EU PRECISO SAIR DESSA BOLHA. Tenho que relembrar dessas coisas, não deixar de lado, tenho que perceber que há mudanças, que só chega a um final se eu desejar, que se eu almejar que isso se finalize, eu poderei ver o início de outras muitas e variadas oportunidades. Chute, risco, arriscar, mudar, início, final, nada de meios termos. '' Sou o lado esquerdo do cérebro.Eu sou um cientista. Um matemático. Eu amo o familiar, categorizar. Eu sou preciso. Linear.Analítico. Estratégico. Eu sou prático.Sempre no controle. Um mestre das palavras e linguagem.Realista. Eu calculo equações e brinco com números.Eu organizo. Sou lógico.Eu sei exatamente quem eu sou. Eu sou o lado direito do cérebro. Eu sou a criatividade, um espírito livre. Eu sou paixão. Anseio. Sensualidade. Eu sou o som das gargalhadas. Eu sinto. A sensação de areia debaixo dos pés descalços.Sou movimento. Cores vivas, Eu sou o desejo de pintar sobre uma tela vazia,Eu sou a imaginação sem limites. Arte. Poesia. Eu percebo. Eu sinto. Eu sou tudo o que eu queria ser. ''
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