segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Alcance seus objetivos, não perca o foco, mantenha-se forte o tempo suficiente, chore quando preciso, escute quando necessário, preste atenção no que lhe rodeia, se cair levante, se doeu depois passa, faça o melhor que puder sempre, e nunca desista de confiar em si próprio. (sorria)

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Primeira mão

Não se pode voltar no tempo, só se pode viver o agora. O passado não se volta, e o futuro só nos sonhos. Aproveite o agora, esqueça o que passou, pois só fica nas lembranças. Permita-se aprender, errar e acertar novamente.
Lembre-se sempre do que passou um dia, mas não permita viver esses dias como se fosse hoje.
Lembre-se que às vezes, podemos julgar e ser julgados, mas nunca tirar conclusões precipitadas.
Lembre-se que nem tudo sairá da maneira que deseja, que as coisas podem mudar.
O que é certo pode se tornar errado, e o que é bom hoje amanhã talvez não lhe faça bem.
Guarde tudo como recordação, aprendizado, tire lições, ensine, mas nunca se desespere. Pode não estar bom agora, mas depois sempre melhora. Haverá sempre pessoas dispostas a te fazerem bem, a tirarem um sorriso nas horas que você nem mesmo espera sorrir. Te fazem feliz pela simples maneira de estarem presentes ao seu lado, mesmo distantes.
Não se esqueça, lembre- se do que passou mas não tente reviver tudo sempre, aprenda que hoje você pode fazer a diferença, e o futuro tenha paciência que ele chega.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Oi, meu nome é:

Oi, meu nome é (...) Moro em muitos lugares, conheço muitas pessoas. Já caminhei, já corri, já fugi e fiquei.
Já viu como o mar quebra com as ondas ?
A forma que é tudo simples mas tornamos complicadas ?
Oi, meu nome é (...) Meu nome pode ser: alegria ou tristeza. Posso ser boa ou ruim. Posso mudar, reinventar.
Oi, meu nome é aquele que pode se adaptar. Se você anda esperando que eu te salve, não sei se poderei fazer isso, porque ando esperando que me salvem também. Não espere por isso, faça por isso.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Fez toda a diferença, na verdade foi isso que mudou. Não há como explicar, mas foram as escolhas, não adianta essa lamentação, essa vontade de fazer diferente. Foram as suas palavras, se você mesmo não conseguiu torna-las verdade, o que eu poderei fazer ? Acho engraçado como as pessoas ainda querem que você acredite, acredite em mentiras. Elas mesmas não acreditam no que falam, no que querem fazer. Apenas ficam num espaço vazio, em desespero, em busca de atenção, de que você torne pelo menos um minuto melhor, e quando essa sensação passa, fica aquela vazio novamente.
O que você pode dizer com verdade? A verdade da qual querem ouvir, da qual você precisar dizer, ou aquela verdade que é sincera que distingui o certo e do errado, a qual precisa ocultar ou apenas mostrar o que se passa, o que se sente. Sem desespero de fugir de lamentações, de fugir da sinceridade e se tornar algo melhor.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Tentei e persisti, acho que errei não por errar, mas por tentar acreditar. Acreditar em algo que não se deve, por depositar confiança em algo que não se pode. Por achar que o querer é preciso, por optar pelo risco por medo de não me aventurar e saber que no futuro eu não tentei.
Desejo foi tanto que deixei passar despercebido o que poderia ter evitado. Sensação foi essa que me afetou, aprisionou, me martirizou, me fez a imagem de alguém que não existia, me transformou e me transtornou.
Fuga pro próprio desespero, pro salto no escuro em busca de um raio de luz que me guiasse, me fizesse ter sentido. Não querer assumir que estava tudo perdido, por persistir por medo de visualizar outro caminho, por insegurança de deixar o que era pra ser. Nunca foi nada planejado apenas escolhas que me levaram a essas decisões.
Passado, presente e futuro. Foi passando por isso que percebi, foi precisando que quis fugir, e foi uma paralisação pra que não houvesse continuação. Apenas tempo ao tempo, recuo e tento manter as aparências, afinal, haja paciência.

domingo, 21 de agosto de 2011

Nem drama e nem comédia, balança !



É uma balança, uma divisão, metade das medidas, um peso sobre seu contra peso, uma realidade distorcia em um ilusão. Meio sorriso, meia lágrima, aumenta e abaixa, sobe e desce.

Não imagino como descrever, como tentar explicar, apenas suspiros, pensamentos voando buscando um lugar para pouso. Ao sul onde há frio, onde fujo, onde procuro não me esconder.

Às vezes, faz muito frio, fica sombrio, vago... Às vezes, muito calor, queima, arde.

Já não consigo esvair esses pensamentos, essas vontades, esses surtos que de repente reaparecem, essa necessidade de ainda lembrar, de ainda imaginar que poderia ser diferente. Sei que não pode ser diferente, sei que é o que aconteceu, essa imagem que fazia, essa fantasia, esse querer que não é necessário.

Amanhecer e escurecer, duas metades, duas medidas. Nem de noite e nem dia, uma aurora colorida que divide tudo isso, dois momentos, dois tempos que coincidem no mesmo lugar.

Apenas uma palavra, depois de algum tempo, em algum lugar, saberei que não foi erro meu, caberá a percepção unir o certo e o errado ligando cada pensamento para uma próxima ocupação, assim saberei que nada foi em vão.

Me torno o que é preciso, me mudo, me adapto, me camuflo.
Não sou quem deveria ser, mas quem preciso me tornar para o necessário, apenas uma peça desse xadrez que pode ser sacrificado quando preciso. Quis ser quem te salva, quis ser esperança quando havia desistido, quis ser o melhor que podia ser quando não havia mais saída.
Esqueci de querer o que era pra mim, pra fazer o que poderia servir a você.
Não sei como me descrevem, o que dizem, e o que pensam. Tenho medo de acabar errando nas escolhas, medo de ser a decepção em seus olhos, decepção da qual vi e senti, da qual fui julgada sem culpa, da qual não há advogado e nem juiz, apenas a sentença que devo cumprir é a sentença da qual devo acreditar que não há culpados e sim escolhas que nós levam a vários caminhos.
Apenas resgatar o resto que ficou, mas do que adianta se desse resto já foi corroído?
É dessas palavras, essa impotência, essa escolha que não sei se é certa ou errada, desse sentimento que restou.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Porque chegar a um final por agora ainda não é preciso

Não sei dizer em qual estado ando, em qual momento robótico me encontro, em qual programação devo seguir. Sei que não sou mais aquilo que era antes, que não sei distinguir o que distinguia, as palavras me fogem, apenas fica um vazio, algo desértico.
Busco por buscar, sem propósito, sem motivação, apenas pelo fato de continuar caminhando, de continuar e continuar, até chegar a um limite.
Um limite, um limite do qual desconheço, do qual não sei explicar, mas alcancei ele.
Parece que o que era sólido e concreto, ficou mole, líquido, como água que corre entre os dedos e não fica em sua mão, como se isso apenas fosse apenas areia que continua caminhar junto com o vento.
Esse salto ao desconhecido, essa busca por lembranças, esses erros cometidos, todos eles se chocam com a mentira de ser realidade, de ser algo bom. Apenas escuto o som de uma voz ao longe, persistindo em minha mente, o som de algo que parece barulho, que parece melodia, que parece qualquer coisa que não se parece com nada, apenas é complexo, apenas é preenchido com um espaço em branco, pronto a ser novamente reescrito, rabiscado, apagado, e jogado fora.

" O que você me pede eu não posso fazer / Assim você me perde e eu perco você / Como um barco perde o rumo / Como uma árvore no outono perde a cor / Diga a verdade, doa a quem doer / Todos os dias eu venho ao mesmo lugar / Às vezes fica longe e impossível de encontrar / Na verdade nada / É uma palavra esperando tradução / Já era tarde, era quase dia / Era o princípio num precipício ♫ '' Piano Bar - engenheiros do hawaii

Que se jogue, pule, e tente voar pra salvar sua própria consciência.





segunda-feira, 15 de agosto de 2011

cabeça fresca e mente aberta

Não sei se depositei minha esperança de um dia as coisas se acertarem, não sei se esperei demais alguma coisa mudar, não sei se me ceguei por causa desses sentimentos. Tá tudo uma bagunça, tá tudo girando, não consgio achar meus pés, não conseguir sentir o solo, tô em constante flutuação, sem sentido pra nada, sem saber o que fazer, sinto apenas um vazio, um vazio gélido, que preenche algo que estou sendo agora, algo que eu não tenho definição, algo com sentimento de incapacidade, de sentimento de ódio, algo que nunca havia sentindo, desconheço esse monstro que alimentei e libertei a pouco tempo, prefiro aprisiona-lo, apenas deixa-lo no lado obscuro que sempre esteve. Essa sensação de que você não é aquilo que meus olhos e coração enxergavam, essa sensação de saber que no fundo as pessoas estavam certas, que eu tentei, tentei mas falhei, não sei se errei em algo ou persisti demais, sei que ando sem entendimento. Busquei a palavras, mas elas me falharam, busquei por buscar por ainda querer acreditar, por ainda acreditar que não foi nada disso que aconteceu, que foi apenas meu pesadelo, meu pesadelo do qual nunca queria ter vivido. E as lembranças, essas sim me causam dor. Elas me fazem pensar, pensar que fui inocente em acreditar que seria diferente, que seria uma tentativa para um recomeço. Apenas foi uma ação, uma ação que não tinha como evitar, que evitei, que engoli o seco que descia em minha garganta, que foi mais doloroso que uma injeção, apenas tive a sensibilidade que foi um passo pro esquecimento, pra lamentação. Agora posso manter minha cabeça fresca e minha mente aberta, apenas tentar, não por tentar, mas evitar que isso me corroa.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Durante a correria do cotidiano, diante de mentiras e verdades, diante de algo que possa modificar esse momento, apenas correndo, apenas buscando, apenas tentando não tentar, apenas tentando ser algo que não existe (...)
Em meio a tudo isso, motivações, reflexões do que fora feito, um momento perdido em meio a isso tudo, um momento que se esbarra em muitos momentos, um sorriso estampada com um choro, uma felicidade sem explicação, um olhar e tudo isso se perde, um olhar que procuro quando saio daqui, apenas um momento pra relaxar.

deixa assim, subentendido

As horas passam, os minutos também, deixando apenas tempo ao tempo um momento de insanidade, ou necessidade.
Queria entender a lógica dessa situação, a tentativa de conseguir entender tudo o que acontece
de apenas deixar de mentir, de apenas poder sorrir ...
É um bolha, um bolha que fica cheia, pronta pra explodir, uma bolha da qual não consigo sair.
vejo tudo passar, histórias mudar, tempo codificar um nova motivação, mas continuo a permanecer nessa paisagem sem rumo, quem sabe sem futuro, apenas por ficar, apenas por querer.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Nem sempre o que desejamos é o que poderemos ter.

As notícias sempre correm, elas voam como o vento.

Às vezes, sinto a necessidade de correr. Correr ou apenas fugir.Pois bem, não vai adiantar sempre fugir, vai adiantar olhar em volta e ver que sempre vai amanhecer outro dia. Um sorriso e basta, apenas.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Tic - Tac

Apenas uma vaga lembrança, um vago pensando, um refúgio, um isolamento.

Uma procura pra entender o que não há como explicar.

Como tudo se apagasse em meio a isso. Ideia, sentimentos, sensações.

Um temporizador marcando apenas a hora do fim. A qualquer momento em qualquer lugar.