
De onde começa essa trilha, até onde ela terminará?
Infinidades de partículas juntadas com o tempo,
infinidades de verbos,adjetivos e advérbios pra poder me expressar.
E quando se chega ao ponto de indiferença, algo está diferente, algo resolveu mudar.
De fotos à palavras, de conversas à vaporização! Forma instável, forma mutável.
O que se espera quando nada se opõe ao futuro controlado por fases de esquecimentos, por lapsos de memória, por apagar o que já foi escrito, por podar a árvore e vê-la crescer com novos frutos?
Um sorriso pode esconder muita coisa, revelar o que é concretizado... Mas pode significar um sorriso de indiferença, onde histórias se apagam com o tempo. O tempo as apaga, na sua memória nem sempre as lembranças ficam, já não me lembro como era ontem, a dois dias, a alguns meses. Sorrisos em meio à desilusão de perda, angústia, saudade, solidão. Sorrisos de alegria, bondade, felicidade na mão.
Mesmo sendo palhaço em meio ao circo, mesmo o mundo querendo atuar, será que ele é meu ator principal, minha peça, meu teatro a manipular ?
Quero ser palhaço, quero ser quem posso ser... quero sorriso na cara, quero ser feliz ao meu ver. CLICHÊ: Quero ser feliz, deixa eu pintar o meu nariz!